A Maratona de Londres é muito famosa no mundo inteiro pelas belezas e monumentos pelos quais o seu trajeto percorre. <as, nos últimos anos vem contabilizando números desagradáveis se olharmos os arredores, percebendo o lixo resultante da hidratação dos atletas.

Pela na rota você ficará perturbado com a quantidade de plástico no chão. Mas não podemos culpar os corredores. Quando você está completando uma maratona, é vital se manter hidratado. Quando termina de beber a água ou o energético, é provável que você jogue a embalagem no chão, pois é complicado demais correr enquanto carrega qualquer lixo.


Imagem retirada do site: https://www.visitlondon.com/things-to-do/event/26500223-virgin-money-london-marathon

Após a Maratona de Londres de 2018, foram contabilizadas quase 1 milhão de garrafas plásticas que foram jogadas nas ruas da cidade durante a competição. É evidente que devemos lutar contra isso e parece que essa iniciativa da organização do evento criou uma série de soluções e práticas para que a corrida fosse sustentável, não só no quesito esporte, como também para o meio ambiente.

Imagem retirada do site: https://www.dailymail.co.uk/news/article-6969287/Marathon-runners-energy-drinks-seaweed-capsules.html

Mas, no último 28 de abril, aconteceu o início de uma revolução nas maratonas! Ao final da Maratona de Londres, além da alegria dos vencedores e de quem conquistou objetivos pessoais, pode-se perceber que a quantidade de lixo nas ruas era muito menor do que nos anos anteriores. Esse ano, a quantidade de lixo foi, pelo menos 30% menor graças a iniciativa da organização do evento e da Startup Skipping Rocks Lab.

“Nós fizemos as embalagens desaparecerem!” É assim que a Skipping Rocks Lab se apresenta no próprio site.

Imagem retirada do site: https://www.dailymail.co.uk/news/article-6969287/Marathon-runners-energy-drinks-seaweed-capsules.html

Como já falamos em outro artigo (leia aqui) esta é uma startup em Londres que criou uma cápsula biodegradável na intenção de substituir as garrafas plásticas. É a Ooho!

O produto é 100% feito de plantas e algas, biodegradável em quatro a seis semanas, além de comestível – podendo ser aromatizado e colorido. A Skipping Rocks Lab, desenvolvedora da ideia, ainda garante que a produção é mais barata em comparação ao plástico e, em relação ao PET, emite cinco vezes menos dióxido de carbono (CO2) e gasta nove vezes menos energia.

Tal invenção não poderia ter um nome comum: “Ooho”. Com ela, a startup garante que é possível “embalar” outros líquidos, o que inclui refrigerantes e cosméticos, tornando a proposta mais interessante comercialmente.

Apenas para esse evento, foram produzidas mais de 30 mil cápsulas de Ooho, preenchidas com um energético para os atletas.
As bolsas eram mordidas e com isso liberam a o líquido do interior. A parte exterior também pode ser ingerida, mas caso fosse descartado na natureza, levaria cerca de quatro a seis semanas para se decompor totalmente – aproximadamente o mesmo tempo que um pedaço de fruta.

Foi durante a passagem da milha 23 que os atletas as receberam. Aqui os voluntários estiveram de luvas, por questões de higiene e uma vez que o produto podia ser completamente ingerido.

A prova não foi 100% livre de plástico já que houve pontos em que se manteve a distribuição de garrafas de plástico. Ainda assim, segundo a versão britânica do “Metro”, grande parte das garrafas entregues foram produzidas com materiais reciclados. Em outras duas estações foram servidas bebidas energéticas em copos biodegradáveis.

Claro que ainda não é um evento 100% sustentável, mas a evolução que vimos, de redução em 30% do lixo produzido de um ano para outro nos deixa muito confiantes de que podemos ter ótimos resultados nas próximas provas em outros lugares do mundo!

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Fontes:

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